quinta-feira, 15 de agosto de 2013

OUYA - Hands on!

Para comemorar a ressurreição do blog (que estava parado desde 2009) e a inauguração de uma nova fase, vou iniciar com um review do OUYA, console recém adquirido com muito custo. Bem, o "custo" em si nem foi tão alto assim, mas foi bem difícil encontrar um para venda, já que estava esgotado na maioria das lojas dos EUA e eu não tinha mais que uma semana para ficar batendo perna por lá. Foi duro achar um para comprar, mesmo nas grandes lojas, e ele saiu pelos US$99,00 que deveria custar, apesar de que, posso dizer sem medo algum, ele já justificou mais do que bem o preço.



Não vou passar tempo nenhum falando da história dele, o que ele é,  o que faz, etc, afinal, você pode conseguir essa informação no google. Vou deixar aqui registradas as minhas experiências (em mais de um post, pode ter certeza) sobre o bichinho, já que é a informação que pode interessar.

Bom, antes de mais nada, vamos começar a listar alguns fatos sobre o aparelho:

1) Fator Expectativa: Meio mundo reclamou da frustração de ter obtido um OUYA. Sinceramente, eu não consigo entender o porquê. Tirando que foi um projeto que nasceu por crowdfunding e baseado em hardware de celular, com preço final de US$99,00, não sei de onde as pessoas tiraram que ele iria fazer milagre. Minha recomendação para evitar frustração é: Cada vez que você se pegar pensando "é só isso?", não tente comparar a performance dele com a do seu console atual ou do seu computador, mas sim com a do seu celular. Em caso de desespero, repita várias vezes: "É um celular!"

2) Jogos (o que interessa): Como todo console que surgiu do nada, é óbvio, o OUYA ainda tem uma biblioteca bem esquisitinha. Boa parte dos títulos que estão na loja oficial mais parecem aqueles jogos toscos de Linux, aqueles que você não faria seu pior inimigo jogar. Os preços obedecem mais ou menos o padrão dos jogos de Android, variando entre US$0,99 e 14,99, dependendo do quão grande ou bem-acabado ele é. Apesar de ser um verdadeiro mar de porcarias, a loja reserva algumas boas surpresas, inclusive alguns ports de jogos que saíram para os consoles atuais e para os dispositivos iOS e Android.

Dentre os jogos que prestam, cito:

- Towerfall: Uma mistura de Warroid (de MSX) com Super Mario Wars (Xbox), muito bonito, bem-acabado e divertido. Perfeito para jogar tomando cerveja com os amigos. Tudo feito com cara de retrogaming, muito bem-acabado nos mínimos detalhes, e com suporte a 4 jogadores simultâneos. É o jogo mais caro que eu vi até agora (US$ 14,99), mas valeu a compra.


- Flashout 3D: Um clone de Wipeout (Playstation), bem bonito, mas ainda falta alguma coisa. O jogo é rápido, o framerate é constante, mas eu não consegui me entender direito com os controles e tive a sensação de que as armas não funcionam como deveriam.


- Syder Arcade: Parece o clássico Defender (Atari / Arcade), só que feito para Amiga, e com opções de escolher naves, armas extras, sem ter que salvar ninguém e só meter bala em todo mundo. Destaque para as opções de vídeo dele, que permite rodar o jogo com emulação de vídeo de micros clássicos (Amiga, MSX2, ZX Spectrum, monitor verde, etc). Um euroshmup de classe, divertido, bonito, com excelente música e que vale horas de diversão.



- Raiden Legacy: Se você acha que a série Raiden (que saiu para praticamente todas as gerações desde seu lançamento) não ia dar as caras no Ouya, está enganado. Raiden Legacy é um port (emulador?) oficial do fabricante, que por sua vez conta com os mesmos jogos do pacote Raiden Fighters Aces, de Xbox 360 (ou seja, o Raiden original de Arcade, Raiden Fighters 1, 2 e Jet). Por uma mixaria, até que não está nada mal...



3) Não tem Google Play: É, isso mesmo. Sem Google Play neste carinha aqui. A idéia do Ouya, pelo que eu percebi, é criar uma nova plataforma de fornecimento de jogos do zero, sem contar diretamente com a infraestrutura já instalada do Android. Ou seja, se você espera jogar Angry Birds ou Cut the Rope, esqueça. Eles não existem na loja oficial.

4) Console pronto para hackers... pero no mucho: A propaganda original do Ouya no Kickstarter era algo como "este aqui vocês, hackers, podem futucar à vontade". Para minha surpresa, ele não vem nem um pouco "escancarado" de fabrica. Não vem rooteado, não tem muita abertura para instalação de software não-aprovado pelo fabricante (o que não quer dizer que seja impossível de fazer, mais detalhes em breve), ou seja: Na boa, eu não entendi a pegadinha! Não era para ser um console aberto? Francamente...

5) Emuladores (o que realmente interessa): Esta parte é, sem dúvida, uma das mais bacanas do aparelho. O fabricante (que mostrou-se não tão liberal quanto prometido na propaganda) distribui emuladores oficialmente no site, otimizados para Ouya, com suporte total ao aparelho, o que é muito bacana. Testei praticamente todos e pude confirmar que, se a proposta é emulação, você estará muito bem-servido. Tirando os hardwares mais modernos (Playstation 2, Saturn, Dreamcast), todo o resto roda muito bem. Senti falta de um port oficial do Mame e do Final Burn para ele, mas tem o RetroArch, que é um emulador que roda as duas plataformas (com um mínimo de recursos), e já quebra um galho.



6) Controle quase bom: O controle do Ouya tem diversos pontos positivos e negativos. Para começar, ele tem um trackpad na parte superior (feito o controle do PS4) e não parece nada ordinário, pelo menos até que você abra a tampa das pilhas, revelando uma estrutura de plástico feiosa que mais parece a de um joypad chinês genérico. Funciona com pilhas comuns AA, que duram um bocado. É bluetooth, bem parecido com o do Xbox 360, e a ergonomia é bem boa. Porém, o grande problema dele é o maldito lag que o Android tem quando você está usando um controle bluetooth. O lag não é algo pequeno, não é algo ignorável, chegando a atrapalhar um bocado em vários momentos, além de ser variável (vai de 0,1 a 0,4 segundos, dependendo do instante). Alguns jogos tem mais lag, outros menos, o que explica que o problema pode ser na implementação do bluetooth. Se não melhorarem isto, você vai acabar fazendo como eu, que pluguei meu joystick USB nele depois de perder a paciência.

7) D-Pad dos infernos: Tem uma coisa que o D-Pad do controle não faz direito, que são diagonais. Ao menos em muitos dos emuladores, como o de Neo Geo e CPS2, nos jogos de luta, é muito difícil fazer os comandos de "meia-lua". Com controles USB isso some, e com o joystick de PS3, que é bluetooth também, ou seja, não é culpa do bluetooth aqui.

8) Poucas portas: As portas, todas traseiras, do Ouya são:



- 1x USB 2.0 não-energizada.
- 1x Micro USB (padrão do Android)
- 1x HDMI
- 1x Ethernet

E só. Não tem entrada para cartão SD, nem outra USB, nem nada. A USB, ainda, por sua vez, tem umas frescuras medonhas, por exemplo: Ao colocar um pendrive na USB com o Ouya ligado, ele simplesmente não será reconhecido. Você precisa desligar o aparelho, colocar o pendrive, aí ligar. Além disso, se você está acostumado com Linux / Unix, não adianta procurar o pendrive no /mnt porque não vai aparecer nada lá. No diretório raiz, suba o máximo que puder e procure por /usbdrive, e bingo! Demorei um século para descobrir isso, achei até que a USB estava queimada. Outra coisa é não tentar usar EXT3 ou EXT4. Os meus leram perfeitamente em FAT32 e NTFS, mas nada dos EXT. Não testei com hub USB ainda, mas logo mais testarei.

9) Acessando a memória interna: Lembra que o Ouya é um celular? Pois é. Quer acessar o armazenamento interno dele? Sabe como fazer? É igualzinho a acessar seu celular! Espete seu Ouya no micro USB, espete o cabo no computador, e era isso. A memória dele é de 8Gb, que deve ser um cartãozinho SD que fica dentro do gabinete, assim como o de 2Gb do NeoGeo X. Se for mesmo, vou trocar em breve.

10) Rede meio burrinha: A placa de rede wifi do Ouya e a Ethernet brigam um bocado e não são muito espertinhas. Quando você está no wifi e quer ir para ethernet, plugar o cabo de rede é ok, mas não o contrário. Uma vez plugado, ao ser removido o cabo de rede, o Ouya continua procurando a conexão na Ethernet. Para fazê-lo voltar ao wifi é preciso reiniciar o console (desligar mesmo, deixando sem energia por uns 10 segundos).

11) Atualizações: Neste ponto eles estão muito bem. Estou brincando com o aparelho há cerca de uma semana e já atualizaram o firmware 3 vezes, além de melhorarem muito o layout da loja. Achei muito boa a velocidade de download das atualizações (dá de 10 a 0 na PSN).


12) APPs (sim, tem alguns): Nem só de jogos vive a loja. Tem alguns Apps lá, uns muito bacanas, outros nem tanto. Gostei muito do EmuYa, que é um emulador de NES com rádio de chiptune music, venda de roms hackeadas e homebrews e opções de cheats diversas para jogos comprados através dele ou não. Dá para dar slowdown na rom de Double Dragon 2 original, ou colocar vidas infinitas no Salamander original, ou jogar o Blade Buster, que é um homebrew muito bacana e outros jogos. Tem um file browser bem decente, um navegador nativo (que eu descobri ser um Safari mexido), VLC para filmes, mas nenhum XBMC. Po, Ouya, como assim não tem XBMC? Eu até pagaria por ele... (Update: Sim, já tem Netflix e XBMC para Ouya! O Netflix para tablets roda quase perfeito nele, o XBMC tem uma versão decente que funciona perfeitamente).

13) Sideloading (ou, tornando aberto o console que deveria já ser de fábrica): É claro que tem como rodar coisas não-oficiais no Ouya, mas a experiência é frustrante na maioria das vezes, ao menos até agora. Para carregar software de Android nele, é preciso colocar os APKs no pendrive ou em um drive virtual (Dropbox, Box, Google Drive) e acessar pelo navegador. Eles são baixados e armazenados no diretório /downloads da raiz principal. O sistema permite a instalação sem grandes problemas, mas rodar já é outra história. A Google Play, por exemplo, simplesmente não abre. A maioria dos softwares rodam até certo ponto, acham que estão em um tablet (por causa do jellybean) e depois capotam. O mesmo ocorreu com Angry Birds, Asphalt, Ikaruga e todos os outros jogos de Android puro que eu testei. O Dosbox não rodou também, mas o Mame4All funciona perfeitamente, ou seja, nem tudo está perdido!

14) Jogando de graça: Uma das coisas interessantes dos jogos do Ouya é que todos, sem exceção, permitem que você jogue um bocado sem ter que pagar nada. Não é uma "demo" apenas, é o jogo mesmo, mas com certas limitações. Esta é a política do console e, sinceramente, eu gostei muito. Não tem "surpresas" para quem pretende adquirir os jogos.

15) Retrogaming em foco: Pelo que eu vi na biblioteca de jogos, e eu não devo estar enganado, existe um foco especial em retrogaming. Não quer dizer que você não vá jogar seu Shadowgun ou seu FPS favorito e desfrutar de todo o potencial do aparelho, mas existem muitos, mas muitos mesmo, ports de jogos com forte influência dos anos 80 / 90, principalmente de NES, Atari e Amiga. Justificarei este ponto em breve, com posts específicos. Uma outra idéia, para quem gosta de jogar com o hardware original, é utilizar versões USB dos joysticks clássicos nos emuladores. Existem versões USB de praticamente todos os sistemas (NES, Atari, Mega Drive, SNES, PSX, N64, etc) que são baratos e fáceis de encontrar. Para melhorar a experiência de emulação, um joystick USB específico ajuda não só a eliminar o lag, como as imperfeições do direcional e fornece uma experiência mais autêntica do jogo.



16) Ports dos Atuais: Alguns jogos já tem ports oficiais para o Ouya, como é o caso do Sine Mora. O jogo ficou idêntico ao do Xbox 360 / PS3, nos mínimos detalhes. O controle funciona sem lag aqui, o que só comprova que o problema do bluetooth é na implementação porca nativa.

Por enquanto é isso. Vou postando mais conforme as informações forem surgindo. Espero que gostem!

segunda-feira, 23 de novembro de 2009

quarta-feira, 14 de outubro de 2009

Hokuto Musou: Novo game de Fist of the North Star (em 2010)

-"Vem aqui que eu vou operar suas amídalas... com as mãos!"

Se você, como eu, adora a série Fist of the North Star (Hokuto No Ken, no Japão), vai adorar esta notícia. A Koei, fabricante de Dinasty Warriors, vai lançar um jogo neste estilo para a franquia criada por Buronson e Tetsuo Hara, de nome Hokuto Musou, para PS3 e Xbox 360. Sim, é isso mesmo que você está pensando: cabeças explodirão, manobras exuberantes serão exibidas, banhos de sangue e tripas, genocídio de inimigos que aparecem em quantidades industriais e tudo mais o que só as artes marciais lendárias e impossíveis permitem.

E em HD, ou seja, tire as crianças de perto!

Se alguém tem culpa por eu gostar tanto de Fallout 3, é esta série (que, por sua vez, influenciou diretamente Mad Max, e não o contrário). Gosto muito de jogos em cenários pós-apocalípticos (nem me pergunte de Borderlands... também estou ansioso), e este aqui foi o primeiro a me chamar a atenção. Quer dizer, não necessariamente este jogo aqui, mas a versão de NES dele.



Como você pode ver, os anos fizeram muito bem à velha versão de NES.

Aliás, há toda uma resistência puritana dos EUA em lançar os jogos da franquia Fist of the North Star por serem excessivamente violentos. Toda aquela sangueira iria ofender as famílias das criancinhas cristãs do Bible Belt. Por falar em "belt", Black Belt, de Master System, era, originalmente, um jogo desta série. Depois, no Genesis, Last Battle também. E os dois sofreram transformações agressivas por causa da censura, tornando-se jogos de kung fu genéricos meio duh. Nem preciso dizer que as versões japonesas são muito mais legais!

Entre os anos 90 e 2000, as produtoras que adquiriram direitos sobre a franquia tentaram de todas as formas transformar Fist of the North Star em tudo, menos em um jogo de luta. Fizeram RPGs, jogos FMV, jogos muito esquisitos e experimentais... tudo tranqueira, nada de jogo bom.

Foi apenas em 2007 que saiu um jogo à altura: Fist of the North Star - The Arcade Game. Este jogo usa a engine de Guilty Gear e é um fighting game muito bom, rápido, difícil, mas não era beeeem isso que os fãs esperavam. Cadê as cabeças explodindo? Cadê os montes de inimigos cercando o herói, até que o chefão venha?

O casamento da engine de Dinasty Warriors com o cenário de Fist of the North Star formam uma das misturas mais coerentes da história do videogame. Quem conhece o cenário e os jogos, sabe do que eu estou falando. Hokuto Musou tem tudo para ser um grande lançamento, só espero que não seja exclusivo do Japão, pois meu nihongô anda mais do que enferrujado...

terça-feira, 13 de outubro de 2009

Dois relançamentos: Um quase arqueológico, outro apenas antigo.

Mais dois relançamentos! O que será que acontece com 2009? Estão desengavetando títulos bem antigos e alguns promovem gratas surpresas. O primeiro é Archon, que sai para PC e iPhone. Joguei esta belezinha em um Apple II, há uns bons 20 anos. Archon é um híbrido de jogo de xadrez e jogo de ação. Quando você vai "comer" a peça do adversário, movendo a sua para a casa onde ela se encontra, os dois saem na porrada. Só que o resultado desta luta, que é jogada por você, é que determina quem é que fica com a casa disputada. Existe o lado da luz e o lado das trevas, cada um com personagens exclusivos e poderes próprios. A nova versão vai ter suporte para até 4 jogadores e sabe-se lá quantas mais inovações bolaram em quase 25 anos, desde o lançamento do original.





O outro, menos antigo, é Beneath a Stell Sky, um adventure point-and-click no estilo dos jogos da LucasArts (Monkey Island, Indiana Jones), que eu joguei no Amiga, nos idos de 95-96. O jogo é uma história cyberpunk onde Robert Foster, um órfão que, após um acidente aéreo, foi adotado por arborígenes, aprende a sobreviver e vai se aventurar em uma Austrália futurista e distópica, tendo por amigo Joey, um andróide pessimista, sarcástico e reclamão. O jogo tem pitadas de humor, típicas dos adventures point-and-click, e conta com a arte de Dave Gibbons (co-produziu o premiadíssimo quadrinho Watchmen).



O legal é que Joey, o Andróide, após o segundo acidente aéro, é quase que totalmente destruído, sobrando apenas uma placa de circuito onde fica a "consciência" do robô. Isso permite que Robert insira a placa em outros robôs, fazendo com que Joey "troque de corpo" e, com isso, adquira novas habilidades. Joey nem sempre concorda com o corpo novo, o que gera um monte de piadas durante o jogo.

Beneath a Steel Sky sai para iPhone e iPod Touch por enquanto.

domingo, 20 de setembro de 2009

Mais Thexder NEO - Primeiro vídeo

Estamos entrando em uma época interessante. Com jogos como Trine, Shadow Complex , Dust: An Elysiam Tale e Bionic Commando Rearmed, parece que os fabricantes descobriram que ainda há muito o que se explorar na orientação 2D clássica. Da década de 90 em diante, foi como se uma lei não-escrita obrigasse todos os fabricantes a transformar seus jogos em 3D, muitos títulos horríveis e conversões ridículas surgiram, e levou-se 10 anos para corrigir tal erro.

Agora mais um título foi salvo da conversão 3D porca. Saiu o primeiro vídeo de Thexder NEO e sim, ele é uma versão fiel do jogo antigo! Não transformaram o jogo em um Armored Core, ele é apenas e tão somente o velho e bom Thexder com roupagem atual. Detalhe para a trilha sonora.



A versão é de PSP, e sinceramente espero que as outras sejam iguais.

segunda-feira, 24 de agosto de 2009

Thexder NEO (PSN / PSP)

Se você está na casa dos 30, provavelmente já viu este jogo. Era um robozinho que se transformava em uma nave, andando por um labirinto, com um laser teleguiado e um campo-de-força. Thexder fez muito sucesso nos tempos do MSX (sua melhor versão), mas também houveram versões para várias plataformas da mesma idade (ou mais novas). Lembro de ter jogado no NES também (fraquinha, mas divertida) e no Apple II GS de um amigo (argh! horrível!).

Thexder teve uma continuação excelente, de nome Fire Hawk - Thexder, the Second Contact, exclusiva para MSX (e, mais tarde, para PC). O jogo ficou muito mais complexo, já usava som FM e tinha várias armas e labirintos bem maiores e mais difíceis, porém, ficou restrito aos usuários de MSX2, que não era uma plataforma "mainstream" da época.

Eis que, 24 anos depois (mais velho que muito gamer de hoje em dia) o jogo ganha uma continuação prometida para PS3 (via PSN) e PSP de nome Thexder NEO. Sei lá o que a Game Arts (que não, não morreu!) e a Square/Enix vão fazer, mas para nós, da liga geriátrica de diversões eletrônicas, já é uma excelente notícia. Espero que eles peguem elementos tanto da versão original quanto do Fire Hawk, que também era um excelente jogo.

Será que, finalmente, esses caras vão assumir a crise criativa e vão começar a olhar para trás e reutilizar os títulos excelentes do passado nas plataformas atuais? Espero que sim.

quarta-feira, 19 de agosto de 2009

quarta-feira, 12 de agosto de 2009

EA quer fazer remake de Syndicate


Essa é meio velha, mas eu só fui ficar sabendo hoje: A EA está caçando antigos títulos da Bullfrog, fabricante de games que fez muito sucesso na década de 90, de onde saiu Peter Molineux, no intuito de fazer remakes para os consoles atuais.

E isso quer dizer que, finalmente, pode sair um remake de Syndicate!

Apenas apra explicar, acho que Syndicate foi uma das coisas que eu mais joguei em um computador (um Amiga 1200 na época). É um jogo em um cenário cyberpunk, onde você é uma grande corporação e existem outras rivais, e há uma guerra sendo travada no meio das cidades. Você controla um grupo de andróides, vai equipando eles com próteses biônicas novas, armas, blindagens, etc, e as missões vão desde capturar cientistas das outras empresas, até hackear o sistema deles e estragar os bancos-de-dados. O jogo funciona mais ou menos como um misto de RTS e "War".


Cada missão bem-sucedida te dá um território a mais no mapa e perder ou ganhar um território abre novas missões. Além da estratégia comum dos RTS, é preciso planejar o desenvolvimento das tecnologias, qual missão fazer primeiro, qual corporação atacar primeiro, etc. É um jogo longo e bem interessante. Isso, com a tecnologia de hoje e a possibilidade de jogar online (que na época era impossível), deixa o jogo, no mínimo, muito mais interessante.

segunda-feira, 10 de agosto de 2009

Nintendo patenteou controle de "cavalinho inflável" para o Wii

Tem vezes que eu tiro sarro do Wii. É fato. Mas a Nintendo também não se ajuda. Olha só que "lindeza" o que eles patentearam para o videogame revolucionário deles:
Não, amigo. Não é piada. Isso realmente foi patenteado para o Wii!

Você senta em uma bóia inflável e fica imitando o movimento do cavalo (ou qualquer outra montaria) enquanto segura o nunchuk como se fosse uma rédea. Não é sensacional?

Essa é para os fanboys: Não era este, supostamente, o console que o camarada ia levar pra "festas" e "conquistar garotas"? Hmmm. Acho que é. O que me deixa intrigado é o tipo de mulher que se sentiria atraída por um marmanjo sentado em cima de uma bóia, balançando e imaginando estar montado em um cavalo.

Zoar o Wii é, definitivamente, congelar gelo.

terça-feira, 28 de julho de 2009

Space Invaders Infinity Gene (iPhone / iTouch)

A Taito sem dúvida descobriu como ganhar dinheiro com um de seus jogos mais velhos. E que nunca fica velho, diga-se de passagem. Space Invaders Infinity Gene é impressionante. Não sei até que ponto é verdade o que dizem no comercial, porém foi anunciado gameplay infinito, você monta suas próprias fases, ouve a sua música enquanto joga e customiza bastante o jogo. O curioso é que ele segue uma premissa de "evolução", que, ao que parece, invade até o próprio formato do jogo. Em alguns momentos ele parece mais um shmup com scroll vertical normal e a nave controlada pelo jogador não é mais fixa na parte inferior da tela. Os gráficos pseudo-retrô também ficaram muito bons e devem ter montes de power-ups, chefões e etc.

Quem quiser conferir o vídeo do anúncio, é só clicar aqui. Uma pena que eu não tenha um iPhone, nem iTouch nem nada perto disso.

terça-feira, 21 de julho de 2009

Metalocalypse - The Game

Segundo o Wall Street Journal, a Konami está planejando lançar um jogo da série de TV Metalocalypse, que passa na faixa adulta do Cartoon Network, o Adult Swim.

O que vai ser deste jogo é um mistério. Metalocalypse, para quem não conhece, é uma série que retrata a vida da "banda mais famosa do mundo", de nome Dethklok, em um futuro apocalíptico da Terra onde não existem muitas outras bandas e eles são meio que considerados celebridades mundiais. Mais ou menos como o Massacration em desenho animado. A série é estupidamente violenta, tosca, politicamente incorreta e (claro) engraçada. Como fazer isso virar um game eu não sei. Só espero que tenha a fase do Mustakrakish, o troll do lago da Finlândia...

... hey, Konami! E Gradius, que é bom, nada?? :P

domingo, 19 de julho de 2009

quarta-feira, 15 de julho de 2009

Jogos de PC Engine agora na PSN

Ah, o véio e bom PC Engine. Poucas máquinas produziram tantos jogos bons em uma só geração. Isso sem falar em uma linha própria, exclusiva e sensacional de shmups, colocando o videogame em evidência neste quesito.

Se você queria ter jogado vários clássicos do PCE mas não teve dinheiro (ou idade) para tanto, agora já pode se animar, pois os já saíram os primeiros lançamentos da parceria Sony-Hudson para PSN: Mega Bomberman, Adventure Island, Sengoku Majong e Devil Crash.

Dos quatro jogos, Mega Bomberman e Devil Crash são altamente recomendados. O primeiro é uma versão do clássico multiplayer e a outra é um dos melhores video-pinballs já feitos, aliás, eu considero ele o pai dos video-pinballs modernos, em termos de originalidade e criatividade. Estes ports são mais baratos que comprar um PCE (que costuma sair mais ou menos caro nos leilões), e ainda não tem o trabalho de ficar caçando os jogos ou lidando com problemas de manutenção do canhão do CDROM, que costumava bichar sem muita dificuldade.

Será que demora muito para sair a série Star Soldier e ports dos jogos em CD? Não seria nada mal. É difícil emular isso perfeitamente, as imagens de disco são chatinhas de encontrar...

segunda-feira, 6 de julho de 2009

BlazBlue - Review Xbox360

Para quem gosta de jogos de luta 2D no melhor estilo King of Fighters e Darkstalkers, BlazBlue, uma excelente pedida que veio oculpar essa "vaga" na atual geração.

Antes de começar - uma curiosidade: Blazblue já é um dos melhores 20 jogos já feito para XBOX360 "até hoje" isso pelo sistema do site Metacritic atingindo o fabulodo Score de 90 pontos, que é feito pela média de todas a mídias especializadas em games!

Agora vamos ao que interessa!
O que é Blaz Blue: Calamity Trigger!?

BlazBlue na realidade é irmão de Guilty Gear, melhor dizendo: é seu sucessor. Criado pelas mãos da Sammy, mesma produtora de Guilty Gear (apesar de algumas diferenças na mecânica do jogo e o sistema de luta ser muito mais agradável e equilibrado em BlazBlue).

Xiiii já estou até vendo o leitor que detesta Guilty Gear torcendo o bico após ter lido o paragrafo acima! Mas não caro amigo! Se você gosta dos jogos citados lá em cima, tem grandes chances de ficar apaixonado pelo jogo. Vou explicar de uma forma diferente o que é BlazBlue (já que eu nunca fui fã de Guilty Gear!)

Vamos colocar alguns ingrediente no caldeirão: Em primeiro lugar imagine um jogo de luta com personagens 2D (no melhor estilo Darkstalkers), porém, com a velocidade de KOF "98", vamos adicionar uma pitada de "cenário 3D" no melhor estilo Marvel Vs Capcom 2, adicionemos os especiais insanos de Marvel Vs Capcom 2 e por último adicione uma pitada de alta resolução que só a geração atual pode proporcionar! Isso é BlazBlue.


Como muitas pessoas não conhecem Guilty Gear fiz o comparativo com jogos mais conhecidos nos Arcades nacionais que são da SNK e da Capcom! Tenho certeza que vocês já estão começando as se interessas pelo jogo agora!
Farei um review simples (pq ainda joguei pouco, talvez umas 4 horas) que explicarão um pouco os modos e a mecânica de Blaz Blue.


Gráficos: Achei muito bonito, cenário todo em 3D e personagens em 2D "nota 9"

Som: Condiz com o jogo, as características músicas japonesas estão aqui! "nota 8,5"

Jogabilidade: Achei perfeita, os golpes se encaixam com facilidade, tanto no analógico quanto no digital do X360, e ainda possui um esquema de executar alguns poucos golpes especiais pelo analógico direito, o que facilita muito para os iniciantes que costumam se frustrar com os tradicionais comando de golpes especiais como as famosas "duas meia luas para frente e 3 socos"!!!

Dou "nota 10" nessa parte, principalmente para iniciantes!

Ex Jogabilidade para iniciantes.: Meu filho de 11 anos nunca gostou de jogos de luta no estilo SFIV por causa da complexidade de um Shoryuken, em Blaz Blue ele não tem esse problema. Obvio que é um facilitador, mas não ache que só porque é facil acionar um especial que isso irá tirar a dificuldade do jogo! (eu mesmo utilizo o método tradicional de execução dos golpes!)

Modos de jogo:
-Arcade: Metodo tradicional dos arcades, bate, bate bate e no último round, enfrenta-se o mestre, ganhou!? Aprecie o final!
-History: primeira vez que vejo um modo história decente num jogo de luta, acho que vc luta só umas 5x e tem cerca de 30 minutos de história cada personagem "nota 10"
-Vs: 2 player locais jogando contra
-Training: Achei que fez falta um tutorial, ou talvez um modo de execução de combos como SFIV. Blaz Blue é um jogo novo, e não consigo fazer muitos combos ainda, se eu quiser aprende-los vou ter de recorrer a um FAQ.
Porém as ferramentas de customização do modo training são avançadas, vc pode lutar com um inimigo "estátua", com o inimigo só se defendendo e pode dizer o que ele pode e não pode fazer em termos de golpes!! Muito completa essa parte!
Pela falta de um modo tutorial, dou "nota 7,5", mesmo possuindo todas essas ferramentas de customização jamais vistas em um modo de treino!

-Network: Modo para jogar on line com amigos ou rnakeado pela LIVE

DESTAQUE A PARTE: É o primeiro jogo de luta que conheço no X360 que suporta LOBBY para 6 pessoas (isso mesmo posso jogar com mais 5 amigos on line e assitir as lutas) Conta ainda com um sistema básico de contagem de vitórias e derrotas. E varias customização do que pode e do que não pode ser feito durante as batalhas! EXCELENTE!

O lag do jogo é "menos pior" do que o SF IV quando jogamos com gringos! Com brasileiros o Lag é praticamente zero! Uma pena ter achado somente 1 até agora!


Mais alguns detalhes!

- Personagens com combos gigantescos (15 hits) fazem pouco dano isoladamente
- Personagens com combos pequenos fazem muito dano com um unico soco!
- Noel, Jim, Nagma the BloodEdge e Nu"v-13", parecem ao meu ver os mais fáceis de dar combos!
- Os personagens lembram muito Darkstalker vampire
- De Guilty Gear tem muito pouco! Blaz Blue é mais amigável! Principalemnte para o povo do SF IV, KOF, e MvsC
- Existem muitas barras na tela, especial, defesa (que se ficar só se defendendo a defesa-quebra-se) e uma outra barra que se chama "BARRIER" que até agora não sei para que serve!
- Acho, que todos os players tem 3 especiais, um de finalização (só é possivel dar depois que o inimigo tem menos de 25% de life) e os outros que podem ser dado a qualquer momento... Esse especial de finalização me lembrou o modo ULTRA COMBO de Killer Instinct! Consegui dar 43 hits com a Noel Vermilion!

Resumindo! Adorei o jogo, mesmo o estilo sendo completamente diferente se comparado ao SFIV, no quesito diversão estão juntos! Só precisa conseguir a fama agora!

Até o próximo Review!

quarta-feira, 1 de julho de 2009

Brutal Legend não é para criancinhas...

E com vocês, o momento "FAIL!" da semana. O ultra-hypeado jogo Brutal Legend, que conta com a presença de Jack Black, Lemmy Kilminster, Rob Halford e Ozzy não vai sair para Wii.

E segue um coro de "OH REALLY?".

Francamente, acho que há um consenso de que Brutal Legend não é para criancinhas (de qualquer idade). Além do desempenho pífio do sub-videogame, que só consegue proporcionar uma versão tosca, diluída e mal-acabada do que deve sair para X360 e PS3.

Ora, ora, francamente... cogitar lançar Brutal Legend para o Wii é como instituir uma lei que obriga crianças a ouvirem Motorhead na pré-escola. O bom-senso falou mais alto. Versões porcas de jogos não deviam existir mesmo.

terça-feira, 30 de junho de 2009

O emulador definitivo de PS2 para PS3

Parece que finalmente a Sony vai consertar o grande furo de lançamento que o PS3 continha, que era a retrocompatibilidade com o PS2. A empresa patenteou um emulador deifinitivo de PS2, que deve ser incorporado em breve nos consoles atuais. Apenas lembrando: Os primeiros PS3 vinham com o Emotion Engine incorporado na placa, que era o próprio processador de PS2, e ainda assim o PS3 não rodava todos os jogos. Este emulador, segundo assegurado* pela Sony, vai ser capaz de emular perto de 100% dos jogos.

Este artifício de software tem pontos positivos e negativos. Vai ser possível jogar aquele joguinho que você tanto gostava no PS2? Sim, provavelmente. Mas isso pode não querer dizer que você vai pegar sua cópia de "Mister Mosquito" e rodá-lo em seu PS3. Você provavelmente terá que ir até a PSN, registrar um cartão de crédito, rezar para que o sistema te permita comprar com ele (comigo não funcionou), desembolsar alguns kokus e comprar o download do seu joguinho favorito da geração passada (DE NOVO!) devidamente patcheado e pronto para rodar no emulador.

Com isto a Sony deve pretender reduzir as vendas de PS2 também, que, atualmente, concorrem diretamente com o PS3 (além de ser "rival" do maravilhoso console nacional sui generis, que mais lembra um Gameboy ligado ao videotexto perto da geração atual).

* = Ninguém sabe ao certo até onde vai a verdade quando a Sony "assegura" alguma coisa...

segunda-feira, 29 de junho de 2009

Obsidian canela "Aliens RPG"

Más notícias para quem gosta de RPGs sem cabelos espetados, olhos que ocupam 70% da cara dos personagems, espadas de 18m e histórias sem pé nem cabeça. A Obsidian cancelou o RPG baseado na série de filems "Aliens", que estava sendo produzido e tinha tudo para ser excelente. Quem quiser jogar algo ambientado no mundo de "Aliens" vai ter que se contentar com o FPS Aliens: Colonial Marines, quando for lançado.

O jogo seria lançado para X360 e PS3. Grrrr.

sexta-feira, 26 de junho de 2009

PitFallout ?

Falar hoje em dia em um jogo "open world" onde um personagem anda pelo cenário explorando um terreno hostil cheio de inimigos e coletando itens é quase como fazer uma referência automática a Fallout3. Porém, se a mesma pergunta fosse feita no auge dos tempos do Atari, os elementos indicariam Pitfall como o escolhido. E por que não um crossover das duas gerações?

Foi assim que pensou um usuário maluco do site GiantBomb, ao postar as telas acima. Infelizmente, todo o talento que o cara tem para Photoshop ele não tem para programação e não há um hack oficial do jogo... ainda! Afinal, os dois jogos "casam" quase que perfeitamente na essência e não duvido (para não dizer que torço muito) que saia em breve, pelo menos uma versão em flash, já que programar para Atari 2600 é algo tão divertido quanto uma fratura exposta.

terça-feira, 16 de junho de 2009

Causos de Fliperamas: Arquivo #001 - "Aracati"

Em épocas onde estávamos melhor de grana, meu pai comprou uma casa em Ilhabela e passei boa parte da vida indo para lá em toda oportunidade que tinhamos, principalmente férias. Não podia ter um feriadão que eu estava lá. Ilhabela é uma cidade turística, fica à uns 300 km daqui, e como toda boa cidade de praia, as pessoas descem para lá nas férias. E como sempre, nas férias, chove. E quando chove e você está na praia, não tem o que fazer! Ou seja, um dos lugares mais frequentados de Ilhabela nos dias de chuva costumava ser o Aracati, um fliperama até bem generoso considerando-se o tamanho da cidade.


Lembro que lá tinham os seguintes jogos:

Tokio
Rally X
Thunder Dragon
Vendetta
/ Ninja Turtles / Sunsetriders
Cobra Command
Rygar
Ikari Warriors

Double Dragon 2
Pole Position
Jailbreak

Pinball Action
Flowers
Chinese Hero
Donkey Kong Jr.
Fora uns dois ou três pinballs...

Por volta de 1999, a coisa apertou pro nosso lado e vendemos a casa. Desde então nunca mais fui para lá. Só fui voltar este ano, há uns meses, quando minha namorada tirou férias. Ela queria descer para a praia, eu não conhecia outras cidades no litoral onde poderíamos fazer um "bate-e-volta" de um final de semana e fomos pra lá mesmo.

Chegando lá, mesmo sem chuva, resolvemos passear no centro e acabei indo ao Aracati. Achei que nem ia encontrar o prédio lá, de tanto que a cidade mudou, mas sim, ele estava lá.

Só que, para minha surpresa, embora a placa de "Diversões Eletrônicas" ainda estivesse lá, ele acabou se tornando um distribuidor de bebidas! Não tem mais uma máquina sequer lá dentro, para meu desapontamento. Encontrei o dono lá, atendendo, e ele lembrou de mim e dos outros que costumavam ir lá. Perguntei como rolou a mudança e a resposta foi ótima:

-"Quando vocês eram moleques, vinham para a praia para jogar fliperama. Agora vocês cresceram e chegam aqui afim de encher a cara. Logo, eu só estou me adequando à demanda do meu público!".

Fico me perguntando, se eu estou com 32, será que um dia ele vai vender fraldas geriátricas?

domingo, 14 de junho de 2009

Metal Gear... Arcade !

Entrando na onda dos sensores de movimento e de uma interatividade maior nos jogos, eis que surge Metal Gear Arcade! A máquina usa um óculos 3D e permite jogar contra até 16 players, além possuir controles especiais separados para o campo de visão e movimentos do personagem.

Uma pena que isso nunca vai aterrirsar aqui, na Jungle Land... (como sempre).

Via: Joystiq