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quarta-feira, 12 de agosto de 2009

EA quer fazer remake de Syndicate


Essa é meio velha, mas eu só fui ficar sabendo hoje: A EA está caçando antigos títulos da Bullfrog, fabricante de games que fez muito sucesso na década de 90, de onde saiu Peter Molineux, no intuito de fazer remakes para os consoles atuais.

E isso quer dizer que, finalmente, pode sair um remake de Syndicate!

Apenas apra explicar, acho que Syndicate foi uma das coisas que eu mais joguei em um computador (um Amiga 1200 na época). É um jogo em um cenário cyberpunk, onde você é uma grande corporação e existem outras rivais, e há uma guerra sendo travada no meio das cidades. Você controla um grupo de andróides, vai equipando eles com próteses biônicas novas, armas, blindagens, etc, e as missões vão desde capturar cientistas das outras empresas, até hackear o sistema deles e estragar os bancos-de-dados. O jogo funciona mais ou menos como um misto de RTS e "War".


Cada missão bem-sucedida te dá um território a mais no mapa e perder ou ganhar um território abre novas missões. Além da estratégia comum dos RTS, é preciso planejar o desenvolvimento das tecnologias, qual missão fazer primeiro, qual corporação atacar primeiro, etc. É um jogo longo e bem interessante. Isso, com a tecnologia de hoje e a possibilidade de jogar online (que na época era impossível), deixa o jogo, no mínimo, muito mais interessante.

quarta-feira, 10 de junho de 2009

Starcraft 2 - A Trilogia que nunca sai !

Depois de muita espera, muita especulação, muitos atrasos propositais e um jogo (Starcraft Ghost) engavetado, a Blizzard se pronunciou sobre Starcraft 2, que não será mais um jogo lançado em apenas uma edição, mas sim em três.

Sim, três pedaços. O jogo vai ser uma trilogia.
Conforme prometido pelos produtores, o jogo terá um gigantesco modo single player à cada uma das raças (Terran, Zerg e Protoss), que terão um jogo para cada.
Não se sabe ainda como isso vai funcionar em termos de multiplayer. Um jogo vai permitir que se jogue com uma raça apenas? Para poder jogar com todas as três será necessário ter toda a trilogia? (Exemplo: Você tem o disco dos Zerg, só vai poder jogar de Zerg no multiplayer).

Tudo o que se sabe até o momento é que Starcraft 2 é um dos títulos mais esperados para PC, que tudo que sai sobre ele gera um burburinho enorme e que a Blizzard fica sempre "pisando em ovos" ao dar notícias sobre o jogo, que é uma continuação que se encontra uns 10 anos atrasada em relação ao primeiro título (assim como Diablo, também da Blizzard).
O jogo já foi atrasado novamente. A primeira promessa de lançamento foi 2008. Recentemente, segundo Frank Pearce, um dos produtores do jogo, "Sai em 2009, se formos otimistas, pois há muito trabalho há fazer". Agora é esperar e torcer para que todo esse atraso valha à pena.

quarta-feira, 6 de maio de 2009

Indie Gaming: Guxt

Tudo o que é empregado em excesso faz mal. Isso é fato. Inclusive recursos.

Às vezes eu fico meio em dúvida se toda essa monstruosidade de recursos que os fabricantes anunciam nas specs das máquinas são realmente necessárias ou se chegam a atrapalhar mais do que ajudar. Ok, todo mundo gosta de gráficos bons, mas quantas vezes já presenciamos jogos absolutamente ruins ou simplesmente medíocres porque a produtora focou mais nos gráficos e simplesmente abandonou o gameplay? Ou a história? Ou os controles? Ou a AI dos personagens?

O exemplo mais típico que me vem à mente é Metal Gear, que só se tornou o que é hoje graças à falta de recursos. Em sua primeira versão de 1987, era para ser um jogo de tiroteio, correria e ação, como um Contra ou Ikari Warriors. A falta de recursos que o MSX e o NES tinham obrigou os designers a remodelar o jogo até que ele se tornasse um jogo de espionagem tática, que acabou dando certo no fim e fazendo talvez mais sucesso que se fosse mais um jogo de ação apenas.

Tirando este exemplo, existem inúmeros outros em que jogos ficaram mais legais com uma redução proposital de recurso disponível, e um exemplo disso é Guxt, o joguinho da figura, que mais parece um clone de Zanac para daltônicos.

Guxt não tem só duas cores. A cara de Gameboy em 95% do tempo foi proposital e ficou muito bom, mas tem outras cores no jogo também. Os tiros dos inimigos são em vermelho e tem algumas surpresas (ítens de bônus) que surgem em outra cor. O autor quis dar destaque e criar uma atmosfera diferente, e acabou fazendo todo o sentido. Ah, detalhe: O jogo todo tem menos de 1 Mb.

Quem quiser tentar jogar, pode baixar o arquivo daqui, mas fica o aviso: O jogo é difícil e só se joga pelo teclado (pelo menos até essa versão, que foi a mais nova que eu encontrei).

sábado, 2 de maio de 2009

Teaser: Seven Haunted Seas (X360, PS3 e PC)

Qual foi o último bom jogo de pirata que você jogou?

A minha resposta automática seria: Monkey Island 2 - LeChuck's Revenge, um adventure point and click da Lucasarts, do tempo em que se fazia este tipo de jogo.

Ok, LeChuck era um pirata cômico e era o vilão da história, mas era uma personalidade de peso que não devia nada aos vilões (também ótimos) da série Piratas do Caribe, que também renderam jogos bons, com os quais eu tive pouco contato.

Porém, quase sempre o piratão-do-mal é um vilão da história e não me lembro de ter jogado com ele. Tirando o Cervantes, não me lembro de outros jogos que permitissem jogar com um pirata do mal em um game, pelo menos não até hoje.

Estava navegando aleatoriamente, vendo informações sobre o a série Metalocalypse, do Cartoon Network, quando me deparei com a chamada para o site do novo game da Titmouse, mesma produtora do desenho. O novo jogo, que deve sair para os consoles atuais, chama-se Seven Haunted Seas, é conta a história de um pirata que desafiou homens e deuses em vida, foi enforcado e voltou para se vingar.

O jogo está prometido para os consoles atuais (X360, PS3 e PC).