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quarta-feira, 14 de outubro de 2009

Hokuto Musou: Novo game de Fist of the North Star (em 2010)

-"Vem aqui que eu vou operar suas amídalas... com as mãos!"

Se você, como eu, adora a série Fist of the North Star (Hokuto No Ken, no Japão), vai adorar esta notícia. A Koei, fabricante de Dinasty Warriors, vai lançar um jogo neste estilo para a franquia criada por Buronson e Tetsuo Hara, de nome Hokuto Musou, para PS3 e Xbox 360. Sim, é isso mesmo que você está pensando: cabeças explodirão, manobras exuberantes serão exibidas, banhos de sangue e tripas, genocídio de inimigos que aparecem em quantidades industriais e tudo mais o que só as artes marciais lendárias e impossíveis permitem.

E em HD, ou seja, tire as crianças de perto!

Se alguém tem culpa por eu gostar tanto de Fallout 3, é esta série (que, por sua vez, influenciou diretamente Mad Max, e não o contrário). Gosto muito de jogos em cenários pós-apocalípticos (nem me pergunte de Borderlands... também estou ansioso), e este aqui foi o primeiro a me chamar a atenção. Quer dizer, não necessariamente este jogo aqui, mas a versão de NES dele.



Como você pode ver, os anos fizeram muito bem à velha versão de NES.

Aliás, há toda uma resistência puritana dos EUA em lançar os jogos da franquia Fist of the North Star por serem excessivamente violentos. Toda aquela sangueira iria ofender as famílias das criancinhas cristãs do Bible Belt. Por falar em "belt", Black Belt, de Master System, era, originalmente, um jogo desta série. Depois, no Genesis, Last Battle também. E os dois sofreram transformações agressivas por causa da censura, tornando-se jogos de kung fu genéricos meio duh. Nem preciso dizer que as versões japonesas são muito mais legais!

Entre os anos 90 e 2000, as produtoras que adquiriram direitos sobre a franquia tentaram de todas as formas transformar Fist of the North Star em tudo, menos em um jogo de luta. Fizeram RPGs, jogos FMV, jogos muito esquisitos e experimentais... tudo tranqueira, nada de jogo bom.

Foi apenas em 2007 que saiu um jogo à altura: Fist of the North Star - The Arcade Game. Este jogo usa a engine de Guilty Gear e é um fighting game muito bom, rápido, difícil, mas não era beeeem isso que os fãs esperavam. Cadê as cabeças explodindo? Cadê os montes de inimigos cercando o herói, até que o chefão venha?

O casamento da engine de Dinasty Warriors com o cenário de Fist of the North Star formam uma das misturas mais coerentes da história do videogame. Quem conhece o cenário e os jogos, sabe do que eu estou falando. Hokuto Musou tem tudo para ser um grande lançamento, só espero que não seja exclusivo do Japão, pois meu nihongô anda mais do que enferrujado...

segunda-feira, 24 de agosto de 2009

Thexder NEO (PSN / PSP)

Se você está na casa dos 30, provavelmente já viu este jogo. Era um robozinho que se transformava em uma nave, andando por um labirinto, com um laser teleguiado e um campo-de-força. Thexder fez muito sucesso nos tempos do MSX (sua melhor versão), mas também houveram versões para várias plataformas da mesma idade (ou mais novas). Lembro de ter jogado no NES também (fraquinha, mas divertida) e no Apple II GS de um amigo (argh! horrível!).

Thexder teve uma continuação excelente, de nome Fire Hawk - Thexder, the Second Contact, exclusiva para MSX (e, mais tarde, para PC). O jogo ficou muito mais complexo, já usava som FM e tinha várias armas e labirintos bem maiores e mais difíceis, porém, ficou restrito aos usuários de MSX2, que não era uma plataforma "mainstream" da época.

Eis que, 24 anos depois (mais velho que muito gamer de hoje em dia) o jogo ganha uma continuação prometida para PS3 (via PSN) e PSP de nome Thexder NEO. Sei lá o que a Game Arts (que não, não morreu!) e a Square/Enix vão fazer, mas para nós, da liga geriátrica de diversões eletrônicas, já é uma excelente notícia. Espero que eles peguem elementos tanto da versão original quanto do Fire Hawk, que também era um excelente jogo.

Será que, finalmente, esses caras vão assumir a crise criativa e vão começar a olhar para trás e reutilizar os títulos excelentes do passado nas plataformas atuais? Espero que sim.

quarta-feira, 19 de agosto de 2009

quarta-feira, 12 de agosto de 2009

EA quer fazer remake de Syndicate


Essa é meio velha, mas eu só fui ficar sabendo hoje: A EA está caçando antigos títulos da Bullfrog, fabricante de games que fez muito sucesso na década de 90, de onde saiu Peter Molineux, no intuito de fazer remakes para os consoles atuais.

E isso quer dizer que, finalmente, pode sair um remake de Syndicate!

Apenas apra explicar, acho que Syndicate foi uma das coisas que eu mais joguei em um computador (um Amiga 1200 na época). É um jogo em um cenário cyberpunk, onde você é uma grande corporação e existem outras rivais, e há uma guerra sendo travada no meio das cidades. Você controla um grupo de andróides, vai equipando eles com próteses biônicas novas, armas, blindagens, etc, e as missões vão desde capturar cientistas das outras empresas, até hackear o sistema deles e estragar os bancos-de-dados. O jogo funciona mais ou menos como um misto de RTS e "War".


Cada missão bem-sucedida te dá um território a mais no mapa e perder ou ganhar um território abre novas missões. Além da estratégia comum dos RTS, é preciso planejar o desenvolvimento das tecnologias, qual missão fazer primeiro, qual corporação atacar primeiro, etc. É um jogo longo e bem interessante. Isso, com a tecnologia de hoje e a possibilidade de jogar online (que na época era impossível), deixa o jogo, no mínimo, muito mais interessante.

terça-feira, 30 de junho de 2009

O emulador definitivo de PS2 para PS3

Parece que finalmente a Sony vai consertar o grande furo de lançamento que o PS3 continha, que era a retrocompatibilidade com o PS2. A empresa patenteou um emulador deifinitivo de PS2, que deve ser incorporado em breve nos consoles atuais. Apenas lembrando: Os primeiros PS3 vinham com o Emotion Engine incorporado na placa, que era o próprio processador de PS2, e ainda assim o PS3 não rodava todos os jogos. Este emulador, segundo assegurado* pela Sony, vai ser capaz de emular perto de 100% dos jogos.

Este artifício de software tem pontos positivos e negativos. Vai ser possível jogar aquele joguinho que você tanto gostava no PS2? Sim, provavelmente. Mas isso pode não querer dizer que você vai pegar sua cópia de "Mister Mosquito" e rodá-lo em seu PS3. Você provavelmente terá que ir até a PSN, registrar um cartão de crédito, rezar para que o sistema te permita comprar com ele (comigo não funcionou), desembolsar alguns kokus e comprar o download do seu joguinho favorito da geração passada (DE NOVO!) devidamente patcheado e pronto para rodar no emulador.

Com isto a Sony deve pretender reduzir as vendas de PS2 também, que, atualmente, concorrem diretamente com o PS3 (além de ser "rival" do maravilhoso console nacional sui generis, que mais lembra um Gameboy ligado ao videotexto perto da geração atual).

* = Ninguém sabe ao certo até onde vai a verdade quando a Sony "assegura" alguma coisa...

segunda-feira, 29 de junho de 2009

Obsidian canela "Aliens RPG"

Más notícias para quem gosta de RPGs sem cabelos espetados, olhos que ocupam 70% da cara dos personagems, espadas de 18m e histórias sem pé nem cabeça. A Obsidian cancelou o RPG baseado na série de filems "Aliens", que estava sendo produzido e tinha tudo para ser excelente. Quem quiser jogar algo ambientado no mundo de "Aliens" vai ter que se contentar com o FPS Aliens: Colonial Marines, quando for lançado.

O jogo seria lançado para X360 e PS3. Grrrr.

terça-feira, 9 de junho de 2009

Little Big Planet - PS3

Sabe aquelas bandas "indie" que tem tanta produção por trás, mas tanta produção, que de "indie" mesmo acabam tendo só a cara? Assim é Little Big Planet. A Media Molecule, empresa que produziu o jogo, foi fundada por meia-dúzia de caras que saíram da Lionhead Studios e seguindo uma vibe muito, mas muito "indie", fizeram um jogo longo, com uma proposta inovadora e bem bacana.

Little Big Planet não tem a proposta de ser apenas o "Super Mario" do Playstation 3. O jogo tem modo online cooperativo, modo de construção de fases, modo de jogar na fase que os outros construíram e, principalmente, dúzias e dúzias de unlockables, easter eggs, truquinhos, coisinhas escondidas e que fazem você voltar da última fase para a primeira só para poder pegar um adesivo ou objeto de cena novo.

Dois dos pontos mais fortes do jogo são, ainda, a quantidade enorme de DLCs (gratuitos e pagos, claro!) e a qualidade da trilha sonora. As músicas foram extremamente bem produzidas e se fossem vendidas e poderiam muito bem ser vendidas em CD! Há desde rock argentino até batidas "indígenas", sempre dentro do tema das fases.

Enfim, se a dúvida é alugar ou comprar, eu diria que não há como desfrutar 10% do jogo sem passar horas e horas jogando, portanto, compre. As risadas durante o jogo e o capricho da produção com certeza valem o investimento.

sábado, 2 de maio de 2009

Desengavetaram Brutal Legend !

Muito se falou, muito se viu, e 2008 acabou com Brutal Legend, engavetado mesmo. O jogo para PS3 e Xbox 360 teve seu lançamento prorrogado, aí prorrogaram a prorrogação e acabou sendo jogado no limbo por tempo indeterminado.

Cheio de referências Heavy Metal (tanto a revista quanto o gênero musical), o game conta a história de um roadie de uma banda que encontra um medalhão mágico que o transporta para um mundo que parece ter sido feito à partir de capas de discos de metal.  Os vídeos falam por si mesmos: Trilha sonora do Judas Priest (Electric Eye) e Black Sabbath (The Mob Rules), que foi retirado do youtube. Além disso tudo, ainda há a participação de Jack Black e de vários outros músicos como atores das vozes dos personagens.

E depois de um longo e tenebroso inverno causado pelos problemas dos produtores originais (Activision, Blizzard, Vivendi, etc), o jogo caiu nas mãos da EA Games e eles desengavetaram Brutal Legend! Quem assina a produção é Tim Schaffer, que fez Monkey Island 2, Grim Fandango, Full Throttle, ou seja, podem esperar que vem coisa muito boa por aí! A data prevista para lançamento é em outubro de 2009.

Teaser: Seven Haunted Seas (X360, PS3 e PC)

Qual foi o último bom jogo de pirata que você jogou?

A minha resposta automática seria: Monkey Island 2 - LeChuck's Revenge, um adventure point and click da Lucasarts, do tempo em que se fazia este tipo de jogo.

Ok, LeChuck era um pirata cômico e era o vilão da história, mas era uma personalidade de peso que não devia nada aos vilões (também ótimos) da série Piratas do Caribe, que também renderam jogos bons, com os quais eu tive pouco contato.

Porém, quase sempre o piratão-do-mal é um vilão da história e não me lembro de ter jogado com ele. Tirando o Cervantes, não me lembro de outros jogos que permitissem jogar com um pirata do mal em um game, pelo menos não até hoje.

Estava navegando aleatoriamente, vendo informações sobre o a série Metalocalypse, do Cartoon Network, quando me deparei com a chamada para o site do novo game da Titmouse, mesma produtora do desenho. O novo jogo, que deve sair para os consoles atuais, chama-se Seven Haunted Seas, é conta a história de um pirata que desafiou homens e deuses em vida, foi enforcado e voltou para se vingar.

O jogo está prometido para os consoles atuais (X360, PS3 e PC).